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Modelos de Geração da Escrituração Fiscal Digital – Parte 1

Fala Galera!

Aqui é o professor Felipe Guerra e hoje eu vou começar mais uma das minhas séries sobre o setor fiscal.

Dessa vez iremos falar sobre as Etapas da Geração das Escriturações Fiscais Digitais apresentando os modelos de geração da escrituração.

É muito importante que você preste bastante atenção no que eu vou explicar e observe os riscos que estão associados, porque provavelmente você está utilizando um dos três modelos que eu vou apresentar aqui.

Vamos lá! Agora eu vou apresentar o primeiro modelo de formato de geração da escrituração fiscal.

O primeiro modelo é o mais comum de todos e é utilizado pela maioria das empresas para fazer a geração da escrituração fiscal digital. A empresa terá suas operações de entradas e saídas, sendo acobertados por arquivos XML. Ou seja, eu estou recebendo arquivos XML de fornecedores nas minhas compras, nas minhas entradas, e estou emitindo notas fiscais eletrônicas nas minhas saídas.

Então, eu envio esses arquivos XML para o setor fiscal do escritório de contabilidade que vai fazer a minha escrituração fiscal. É importante destacar que, independente se eu envio o arquivo XML ou se a empresa, que faz o meu fiscal, baixa esses arquivos da nuvem, utilizando um sistema, ferramenta, ou qualquer outro meio que ele utilize, o risco é o mesmo.

Essa empresa vai fazer a escrituração desses arquivos XML no seu sistema e então ele gera o arquivo que vai para o SPED. Depois de conferir a apuração e fazer a escrituração dos documentos, ele fará a validação do SPED e irá transmitir o arquivo para o físico.

Pois bem, esse primeiro modelo, como eu disse, é o mais comum. A maioria das empresas, de contabilidade, que trabalham fazendo escrituração fiscal utiliza esse modelo. Onde ela recebe os arquivos XML do cliente ou simplesmente baixam eles da nuvem.

O grande gargalo desse modelo trata-se dos documentos de entrada. Por quê? Por que as informações que constam nos documentos de entrada, são informações dos fornecedores. Ou seja, é importante a gente lembrar que a informação é sempre prestada sobre o enfoque do informante. Isso quer dizer, que as informações, os dados que estão nessa nota fiscal, são os dados desses fornecedores.

Gostou desse primeiro conteúdo? Então fique ligado, pois o próximo assunto serão os riscos que esse tipo de operação traz.

Então fique ligado aqui, sigam meu canal no Youtube ativem as notificações e não perca absolutamente nada.